Visitando o Castelo de Edimburgo: O que você não pode perder

O símbolo mais emblemático de Edimburgo. Localizado em uma rocha vulcânica conhecida como Castle Rock, o Castelo de Edimburgo supervisiona toda a cidade e pode ser visto de praticamente qualquer lugar.

De acordo com os pesquisadores, o Castle Rock tem sido ocupado por seres humanos desde a Idade do Ferro, mas tem sido usado como residência real desde pelo menos o reinado de David I no século 12, sendo usado pela família real até 1633.

Durante seus 1100 anos de história, o castelo sofreu 26 cercos, dando-lhe o título de lugar mais sitiado na Grã-Bretanha e um dos mais atacados do mundo.

Hoje em dia, sem invasões e campanhas, o Castelo de Edimburgo pode descansar no topo da rocha e assistir a cidade crescer à sua volta.

A visita ao Castelo de Edimburgo é perfeita mesmo para aqueles que passam pouco tempo em Edimburgo. Se você deseja ver todos os pontos dentro do castelo, levará cerca de 3 horas. Do castelo, você também tem uma bela vista da cidade e seus arredores. Você pode chegar ao castelo a pé, seguindo pela Royal Mile.

Visitando o Castelo de Edimburgo: O que você não pode perder

 

Destaques Históricos

Durante as Guerras da Independência Escocesa, o Castelo de Edimburgo foi constantemente contestado pelos escoceses e ingleses, até ser finalmente conquistado por Sir William Douglas em 1341.

Por volta de 1560, o Castelo tornou-se a casa de Maria, Rainha dos Escoceses, que então esperava seu primeiro e único filho, o futuro rei Jaime IV. A Rainha Maria foi mais tarde derrotada e decapitada por sua prima, a rainha Elizabeth I da Inglaterra.

Em 1650, Edimburgo foi ocupado por Oliver Crownwell durante a Guerra Civil Inglesa e o Castelo de Edimburgo foi capturado pelas tropas de Oliver.

Em 1688, o Rei James VII foi derrubado no que ficou conhecido como a Revolução Gloriosa. Como católico, James pensou que poderia restabelecer o catolicismo como a religião oficial das Ilhas Britânicas. A guarnição do Castelo de Edimburgo apoiou James, o que resultou no cerco do castelo pelas Forças Governamentais e mais tarde confiscado em 1689. A série de levantes é conhecida como Ascensão Jacobita. Outra tentativa de tomar o castelo foi feita em 1715, mas falhou.

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One o’clock gun

Ficando em Edimburgo, você provavelmente a ouvirá todos os dias. Desde 1861, uma arma localizada no castelo de Edimburgo é disparada todos os dias às 13h, exceto aos domingos, no dia de Natal e na Sexta-feira santa. É um evento bastante tradicional para a cidade e uma multidão sempre se reúne para assistir ao espetáculo.

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Museu Nacional da Guerra

Inaugurado em 1933, esse é o lugar perfeito se você quiser aprender mais sobre os 400 anos de guerra que a Escócia passo. O museu tem de carta para as Highlands, diferentes armas e uniformes de guerra.

Capela de St Margarida

O edifício mais antigo de Edimburgo e provavelmente o mais antigo de toda a Escócia. Foi construído em 1130 por David I, dedicado a sua mãe, a rainha Margaret, canonizado pelo Papa Inocêncio IV em 1250.

Mons Meg

O enorme canhão localizado ao lado da Capela de Santa Margarida. Quando foi criado, Mons Meg foi considerado o maior exemplo de tecnologia militar. Ele foi capaz de explodir um canhão de 150 kg por 3,2 km. Foi usada em muitas batalhas, em diferentes locais da Esócia e foi finalmente aposentada em 1550.

Memorial Nacional de Guerra

Originalmente construido para ser o local da Igreja de Santa Maria, foi transformada em uma loja de munição em 1530 e demolida em 1755, a construção abriga hoje em dia um memorial em homenagem aos mortos durante as Guerras Mundiais e as Campanhas Militares desde 1945.

Palácio Real

Ai está o palácio real, a casa oficial da família real. Foi nessas salas e entre essas paredes que figuras importantes como Robert, o Bruce, James IV e Maria, Rainha dos Escoceses viveram.

Hoje em dia o edifício abriga uma interessante exposição que conta a história das Honras da Escócia. Também é possível visitar a sala onde Maria, Rainha dos Escoceses viveu e deu à luz seu único filho, James VI, a sala ficou conhecida como a câmara de nascimento e é um destaque para aqueles que visitam o castelo.

source: Hamish Irvine / Flickr

O Grande Salão

A sala bem preservada e decorada foi finalmente concluída em 1511 para James IV. O destaque da sala é a sua enorme lareira. Há também armaduras antigas exibidas aqui.

source: edinphoto

Prisões de Guerra

Esta é uma das minhas partes favoritas do castelo. Durante a história, a prisão de guerra já viu mais de 1.000 prisioneiros de diferentes nacionalidades e durante diferentes guerras e campanhas.

Os primeiros prisioneiros aqui detidos foram corsários franceses capturados em 1758. Mas os mais notórios foram os 21 piratas do Caribe que foram enforcados e o menino baterista de cinco anos capturado na Batalha de Trafalgar em 1805, diz a lenda que seu fantasma ainda pode ser visto por aqui.

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Hoje em dia a prisão foi recriada com efeitos visuais e sonoros, a exposição é realmente notável e realista e dá uma boa ideia de como foram os últimos dias para aqueles que foram esquecidos aqui.

Honras da Escócia

As Honras da Escócia foram usadas pela primeira vez juntas na coroação da Rainha Maria da Escócia em 1543. Durante a Guerra Civil Inglesa, elas foram removidas do castelo e escondidas de Oliver Crownwell até 1560. Em 1707, as Jóias da Coroa foram trancadas em um baú e escondido mais uma vez após o Tratado de União entre a Inglaterra e a Escócia para ser descoberto apenas 111 anos depois, em 1818 pelo romancista Sir Walter Scott.

Todos os itens, incluindo o baú, podem ser vistos em uma exposição muito impressionante no Crown Room, dentro do Palácio Real. A exposiçao inclui com bonecos de tamanho real, efeitos visuais e sonoros que contam a história da cidade de Edimburgo, os reis e as joias da coroa de uma forma muito ilustrativa e atraente. É ótimo se você quiser ter uma idéia de como a vida costumava ser na Edimburgo medieval.

A Pedra do Destino

Esta pedra tem sido usada desde os primeiros reis da Escócia. A tradição rege que os reis devem ser coroados durante uma cerimônia ao ar livre, quando ele teria que se sentar nesta pedra que simboliza a unificação do monarca, da terra e do povo. A pedra já foi roubada pelo rei Eduard I da Inglaterra e mantida na Abadia de Westerminster, mas em 1996 foi devolvida à Escócia depois de mais de 700 anos.

As Joias da Coroa

Exibido na Sala da Coroa, consiste na coroa, espada e cetro. Tanto a espada quanto o cetro foram dados a Jaime IV pelo papa. Enquanto a coroa real foi usada pela primeira vez na coroação da Rainha Maria. Dizem que o ouro usado na coroa atual é aquele usado para forjar a coroa de Robert, the Bruce. A coroa do rei Robert foi então reformulada por James V, pai da rainha Maria.

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